domingo, 15 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
MATEMÁTICA
Atividades de divisão com uma algarismo no divisor
I) Arme efetue as divisões abaixo:
a) 18 : 6 =
b) 27 : 9 =
c) 21 : 7 =
d) 24 : 8 =
e) 30 : 6 =
f) 36 : 9 =
g) 24 : 6 =
h) 40 : 5 =
i) 48 : 8 =
j) 100 : 5 =
k) 42 : 7 =
l) 70 : 7 =
m) 54 : 6=
n) 40 : 8 =
o) 16 : 4 =
p) 35 : 7 =
q) 90 : 3 =
r) 54 : 9 =
s) 81 : 9 =
t) 90 : 9 =
u) 28 : 7 =
v) 40 : 5 =
w) 45 : 9 =
x) 21 : 3 =
y) 16 : 2 =
z) 25 : 5 =
II) Arme e efetue as divisões em seu caderno, sabendo que o quociente será composto por dois algarismos:
a) 93 : 3 =
b) 42 : 2 =
c) 68 : 3 =
d) 97 : 3 =
e) 87 : 4 =
f) 95 : 3 =
g) 53 : 2 =
h) 96 : 4 =
i) 76 : 3 =
j) 47 : 3 =
k) 186 : 3 =
l) 324 : 4 =
m) 164 : 2 =
n) 255 : 5 =
o) 124 : 4 =
p) 248 : 4 =
q) 153 : 3 =
r) 148 : 2 =
s) 127 : 3 =
t) 169 : 2 =
u) 206 : 4 =
v) 189 : 6 =
w) 143 : 2 =
x) 176 : 2 =
y) 285 : 3 =
z) 345 : 5 =
aa) 165 : 3 =
bb) 156 : 6 =
cc) 192 : 3 =
dd) 265 : 5 =
ee) 172 : 2 =
ff) 495 : 5 =
gg) 197 : 2 =
hh) 146 : 3 =
ii) 137 : 3 =
jj) 337 : 4 =
kk) 398 : 4 =
ll) 175 : 2 =
mm) 269 : 3 =
nn) 297 : 4 =
III) Agora arme e efetue em seu caderno sabendo que deverá ter como resposta três algarismos no quociente.
a) 693 : 3 =
b) 964 : 4 =
c) 666 : 6 =
d) 556 : 2 =
e) 936 : 4 =
f) 732 : 4 =
g) 932 : 5 =
h) 686 : 3 =
i) 973 : 2 =
j) 1065 : 5 =
k) 1736 : 4 =
l) 1538 : 2 =
m) 1923 : 3 =
n) 1946 : 3 =
o) 1359 : 4 =
p) 1786 : 4 =
q) 2632 : 3 =
r) 2212 : 3 =
s) 1738 : 4 =
t) 2356 : 5 =
IV) Arme e efetue as divisões, sabendo que há zero no final do dividendo e no quociente.
a) 30 : 3 =
b) 50 : 5 =
c) 20 : 2 =
d) 70 : 7 =
e) 60 : 3 =
f) 90 : 3 =
g) 40 : 2 =
h) 80 : 2 =
i) 120 : 4 =
j) 150 : 5 =
k) 180 : 2 =
l) 360 : 3 =
m) 690 : 3 =
n) 280 : 2 =
o) 390 : 3 =
p) 480 : 4 =
q) 400 : 4 =
r) 1650 : 5 =
s) 7240 : 2 =
t) 5180 : 2 =
u) 1350 : 5 =
v) 1200 : 2
w) 3000 : 5 =
x) 4200 : 6 =
y) 2400 : 4 =
z) 4800 : 6 =
aa) 1600 : 4 =
bb) 2500 : 5 =
cc) 5400 : 6 =
dd) 1800 : 3 =
V) Nestas divisões aparece o zero intercalado no dividendo, continue armando e efetuando as divisões em seu caderno.
a) 805 : 3 =
b) 307 : 3 =
c) 209 : 2 =
d) 605 : 5 =
e) 807 : 3 =
f) 304 : 2 =
g) 702 : 3 =
h) 104 : 4 =
i) 2202 : 6 =
j) 4085 : 5 =
k) 5508 : 6 =
l) 3055 : 5 =
m) 1902 : 2 =
n) 3066 : 6 =
o) 1909 : 2 =
p) 2706 : 4 =
q) 8038 : 3 =
r) 1306 : 4 =
s) 1073 : 2 =
t) 1094 : 5 =
u) 2064 : 5 =
Atividades de divisão com uma algarismo no divisor
Divisão com 1 algarismo no divisor
I) Arme efetue as divisões abaixo:
a) 18 : 6 =
b) 27 : 9 =
c) 21 : 7 =
d) 24 : 8 =
e) 30 : 6 =
f) 36 : 9 =
g) 24 : 6 =
h) 40 : 5 =
i) 48 : 8 =
j) 100 : 5 =
k) 42 : 7 =
l) 70 : 7 =
m) 54 : 6=
n) 40 : 8 =
o) 16 : 4 =
p) 35 : 7 =
q) 90 : 3 =
r) 54 : 9 =
s) 81 : 9 =
t) 90 : 9 =
u) 28 : 7 =
v) 40 : 5 =
w) 45 : 9 =
x) 21 : 3 =
y) 16 : 2 =
z) 25 : 5 =
II) Arme e efetue as divisões em seu caderno, sabendo que o quociente será composto por dois algarismos:
a) 93 : 3 =
b) 42 : 2 =
c) 68 : 3 =
d) 97 : 3 =
e) 87 : 4 =
f) 95 : 3 =
g) 53 : 2 =
h) 96 : 4 =
i) 76 : 3 =
j) 47 : 3 =
k) 186 : 3 =
l) 324 : 4 =
m) 164 : 2 =
n) 255 : 5 =
o) 124 : 4 =
p) 248 : 4 =
q) 153 : 3 =
r) 148 : 2 =
s) 127 : 3 =
t) 169 : 2 =
u) 206 : 4 =
v) 189 : 6 =
w) 143 : 2 =
x) 176 : 2 =
y) 285 : 3 =
z) 345 : 5 =
aa) 165 : 3 =
bb) 156 : 6 =
cc) 192 : 3 =
dd) 265 : 5 =
ee) 172 : 2 =
ff) 495 : 5 =
gg) 197 : 2 =
hh) 146 : 3 =
ii) 137 : 3 =
jj) 337 : 4 =
kk) 398 : 4 =
ll) 175 : 2 =
mm) 269 : 3 =
nn) 297 : 4 =
III) Agora arme e efetue em seu caderno sabendo que deverá ter como resposta três algarismos no quociente.
a) 693 : 3 =
b) 964 : 4 =
c) 666 : 6 =
d) 556 : 2 =
e) 936 : 4 =
f) 732 : 4 =
g) 932 : 5 =
h) 686 : 3 =
i) 973 : 2 =
j) 1065 : 5 =
k) 1736 : 4 =
l) 1538 : 2 =
m) 1923 : 3 =
n) 1946 : 3 =
o) 1359 : 4 =
p) 1786 : 4 =
q) 2632 : 3 =
r) 2212 : 3 =
s) 1738 : 4 =
t) 2356 : 5 =
IV) Arme e efetue as divisões, sabendo que há zero no final do dividendo e no quociente.
a) 30 : 3 =
b) 50 : 5 =
c) 20 : 2 =
d) 70 : 7 =
e) 60 : 3 =
f) 90 : 3 =
g) 40 : 2 =
h) 80 : 2 =
i) 120 : 4 =
j) 150 : 5 =
k) 180 : 2 =
l) 360 : 3 =
m) 690 : 3 =
n) 280 : 2 =
o) 390 : 3 =
p) 480 : 4 =
q) 400 : 4 =
r) 1650 : 5 =
s) 7240 : 2 =
t) 5180 : 2 =
u) 1350 : 5 =
v) 1200 : 2
w) 3000 : 5 =
x) 4200 : 6 =
y) 2400 : 4 =
z) 4800 : 6 =
aa) 1600 : 4 =
bb) 2500 : 5 =
cc) 5400 : 6 =
dd) 1800 : 3 =
V) Nestas divisões aparece o zero intercalado no dividendo, continue armando e efetuando as divisões em seu caderno.
a) 805 : 3 =
b) 307 : 3 =
c) 209 : 2 =
d) 605 : 5 =
e) 807 : 3 =
f) 304 : 2 =
g) 702 : 3 =
h) 104 : 4 =
i) 2202 : 6 =
j) 4085 : 5 =
k) 5508 : 6 =
l) 3055 : 5 =
m) 1902 : 2 =
n) 3066 : 6 =
o) 1909 : 2 =
p) 2706 : 4 =
q) 8038 : 3 =
r) 1306 : 4 =
s) 1073 : 2 =
t) 1094 : 5 =
u) 2064 : 5 =
TARSILA DO AMARAL







►Autoretrato
►A família
►A Lua e Sol Poente
Tarsila do Amaral, o
Sol Laranja Que Ilumina a Arte Brasileira (2004)
G.R.E.S.V.
União do Samba Brasileiro


Desenhos para pintar de Tarsila do
Amaral
Tarsila do Amaral foi uma grande
e importante pintora e desenhista brasileira.
Quem não conhece a obra de arte
tão famosa de Tarsila ” O Abaporu “.
A artista integrou-se
ao movimento modernista e ligou-se com especial interesse à questão
da brasilidade.
As principais características de suas
obras:
- Uso de cores vivas
- Influência do cubismo (uso de
formas geométricas)
- Abordagem de temas sociais,
cotidianos e paisagens do Brasil
- Estética fora do padrão (influência
do surrealismo na fase antropofágica)
Deixo para vocês alguns desenhos de
suas obras de arte para se inspirar e pintar.
Desenhos de Tarsila do amaral para
pintar
O Abaporu, Tarsila do Amaral – 1928
Sol Poente Tarsila do Amaral – 1929
O Pescador, Tarsila do Amaral – 1925
A Cuca, Tarsila do Amaral – 1924
O Mamoeiro, Tarsila do amaral – 1925
TARSILA DO AMARAL
INFÂNCIA E APRENDIZADO
Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, no
Município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha do fazendeiro
José Estanislau do Amaral e de Lydia Dias de Aguiar do Amaral, passou a
infância nas fazendas de seu pai. Estudou em São Paulo, no Colégio Sion e
depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro, 'Sagrado Coração
de Jesus', 1904. Quando voltou, casou-se com André Teixeira Pinto, com quem
teve a única filha, Dulce.
Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos
em arte. Começou com escultura, com Zadig, passando a ter aulas de desenho e
pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde conheceu Anita Malfatti.
Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien e com Émile Renard. Ficou lá
até junho de 1922 e soube da Semana de Arte Moderna (que aconteceu em
fevereiro) através das cartas da amiga Anita Malfatti. Quando voltou ao Brasil,
Anita a introduziu no grupo modernista e Tarsila começou a namorar o escritor
Oswald de Andrade. Formaram o grupo dos cinco: Tarsila, Anita, Oswald, o também
escritor Mário de Andrade e Menotti Del Picchia. Agitaram culturalmente São
Paulo com reuniões, festas, conferências. Tarsila disse que entrou em contato
com a arte moderna em São Paulo, pois antes ela só havia feito estudos
acadêmicos. Em dezembro de 22, ela voltou a Paris e Oswald foi encontrá-la.
1923
Neste ano, Tarsila encontrava-se em Paris acompanhada do seu
namorado Oswald. Conheceram o poeta franco suíço Blaise Cendrars, que
apresentou toda a intelectualidade parisiense para eles. Foi então que ela
estudou com o mestre cubista Fernand Léger e pintou em seu ateliê, a tela 'A
Negra'. Léger ficou entusiasmado e até chamou os outros alunos para ver o
quadro. A figura da Negra tinha muita ligação com sua infância, pois essas
negras eram filhas de escravos que tomavam conta das crianças e, algumas vezes,
serviam até de amas de leite. Com esta tela, Tarsila entrou para a estória da
arte moderna brasileira. A artista estudou também com Lhote e Gleizes, outros
mestres cubistas. Cendrars também apresentou a Tarsila pintores como Picasso,
escultores como Brancusi, músicos como Stravinsky e Eric Satie. E ficou amiga
dos brasileiros que estavam lá, como o compositor Villa Lobos, o pintor Di
Cavalcanti, e os mecenas Paulo Prado e Olívia Guedes Penteado.
Tarsila oferecia almoços bem brasileiros em seu ateliê,
servindo feijoada e caipirinha. E era convidada para jantares na casa de
personalidades da época, como o milionário Rolf de Maré. Além de linda,
vestia-se com os melhores costureiros da época, como Poiret e Patou. Em uma
homenagem a Santos Dumont, usou uma capa vermelha que foi eternizada por ela no
auto-retrato 'Manteau Rouge', de 1923.
PAU BRASIL
Em 1924, Blaise Cendrars veio ao Brasil e um grupo de
modernistas passou com ele o Carnaval no Rio de Janeiro e a Semana Santa nas
cidades históricas de Minas Gerais. No grupo estavam além de Tarsila, Oswald,
Dona Olívia Guedes Penteado, Mário de Andrade, dentre outros. Tarsila disse que
foi em Minas que ela viu as cores que gostava desde sua infância, mas que seus
mestres diziam que eram caipiras e ela não devia usar em seus quadros.
'Encontei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que
eram feias e caipiras. Mas depois vinguei-me da opressão, passando-as para as
minhas telas: o azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante,
...' E essas cores tornaram-se a marca da sua obra, assim como a temática
brasileira, com as paisagens rurais e urbanas do nosso país, além da nossa
fauna, flora e folclore. Ela dizia que queria ser a pintora do Brasil. E esta
fase da sua obra é chamada de Pau Brasil, e temos quadros maravilhosos como
'Carnaval em Madureira', 'Morro da Favela', 'EFCB', 'O Mamoeiro', 'São Paulo',
'O Pescador', dentre outros.
Em 1926, Tarsila fez sua primeira Exposição individual em
Paris, com uma crítica bem favorável. Neste mesmo ano, ela casou-se com Oswald
(o pai de Tarsila conseguiu anular em 1925 o primeiro casamento da filha para
que ela pudesse se casar com Oswald). Washington Luís, o Presidente do Brasil
na época e Júlio Prestes, o Governador de São Paulo na época, foram os
padrinhos deles.
ANTROPOFAGIA
Em janeiro de 1928, Tarsila queria dar um presente de
aniversário especial ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o 'Abaporu'.
Quando Oswald viu, ficou impressionado e disse que era o melhor quadro que
Tarsila já havia feito. Chamou o amigo e escritor Raul Bopp, que também achou o
quadro maravilhoso. Eles acharam que parecia uma figura indígena, antropófaga,
e Tarsila lembrou-se do dicionário Tupi Guarani de seu pai. Batizou-se o quadro
de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropófago. E Oswald
escreveu o Manifesto Antropófago e fundaram o Movimento Antropofágico. A figura
do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir, engolir, a cultura
européia, que era a cultura vigente na época, e transformá-la em algo bem
brasileiro.
Outros quadros desta fase Antropofágica são: 'Sol Poente',
'A Lua', 'Cartão Postal', 'O Lago', 'Antropofagia', etc. Nesta fase ela usou
bichos e paisagens imaginárias, além das cores fortes.
A artista contou que o Abaporu era uma imagem do seu
inconsciente, e tinha a ver com as estórias de monstros que comiam gente que as
negras contavam para ela em sua infância. Em 1929 Tarsila fez sua primeira
Exposição Individual no Brasil, e a crítica dividiu-se, pois ainda muitas
pessoas ainda não entendiam sua arte.
Ainda neste ano de 1929, teve a crise da bolsa de Nova
Iorque e a crise do café no Brasil, e assim a realidade de Tarsila mudou. Seu
pai perdeu muito dinheiro, teve as fazendas hipotecadas e ela teve que
trabalhar. Separou-se de Oswald.
SOCIAL E NEO PAU BRASIL
Em 1931, já com um novo namorado, o médico comunista Osório
Cesar, Tarsila expôs em Moscou. Ela sensibilizou-se com a causa operária e foi
presa por participar de reuniões no Partido Comunista Brasileiro com o
namorado. Depois deste episódio, nunca mais se envolveu com política. Em 1933
pintou a tela 'Operários'. Desta fase Social, temos também a tela 'Segunda
Classe'. A temática triste da fase social não fazia parte de sua personalidade
e durou pouco em sua obra. Ela acabou com o namoro com Osório, e em meados dos
anos 30, Tarsila uniu-se com o escritor Luís Martins, mais de vinte anos mais
novo que ela. Ela trabalhou como colunista nos Diários Associados por muitos
anos, do seu amigo Assis Chateaubriand. Em 1950, ela voltou com a temática do
Pau Brasil e pintou quadros como 'Fazenda', 'Paisagem ou Aldeia' e 'Batizado de
Macunaíma'. Em 1949, sua única neta Beatriz morreu afogada, tentando salvar uma
amiga em um lago em Petrópolis.
Tarsila participou da I Bienal de São Paulo em 1951, teve
sala especial na VII Bienal de São Paulo, e participou da Bienal de Veneza em
1964. Em 1969, a mestra em história da arte e curadora Aracy Amaral realizou a
Exposição, 'Tarsila 50 anos de pintura'. Sua filha faleceu antes dela, em 1966.
Tarsila faleceu em janeiro de 1973
Tarsila do Amaral para crianças

Nesta semana a Semana de Arte Moderna completará
90 anos. Momento definidor da concepção contemporânea de "cultura
brasileira", a Semana de 1922 reuniu no Theatro Municipal de São Paulo
jovens artistas contestadores que o tempo consagraria, entre outros o músico Heitor
Villa-Lobos, o escultorVictor
Brecheret, os escritores Oswald de
Andrade e Mário de
Andrade, os pintores Di
Cavalcantti, Anita
Malfaltti e Tarsila do
Amaral.
De todos os modernistas, confesso que tenho dois preferidos: Oswald de Andrade
para ler e Tarsila do Amaral para apreciar. Tarsila sempre foi um ícone para
mim. Uma artista que, ao meu ver, representa de fato o Brasil. Suas obras
sempre me fascinaram e sua história sempre foi para mim uma referência
feminista por assim dizer.
E nesta semana, trocando figurinhas com uma colega de trabalho, surgiu a hipótese de trabalharmos o tema 90 anos da Semana de Arte moderna com nossas crianças. Quando ela sugeriu o tema a primeira e única coisa que pensei foi Tarsila do Amaral, pois vejo em sua obra uma gama de possibilidades para serem trabalhadas na Educação Infantil - cores vivas, formas simples, temas brasileiros. Pronto. Fiquei de pesquisar, pensar em alguma coisa, em conteúdos para trabalhar a obra da Tarsila do Amaral com a Educação Infantil. Eis o que saiu:
E nesta semana, trocando figurinhas com uma colega de trabalho, surgiu a hipótese de trabalharmos o tema 90 anos da Semana de Arte moderna com nossas crianças. Quando ela sugeriu o tema a primeira e única coisa que pensei foi Tarsila do Amaral, pois vejo em sua obra uma gama de possibilidades para serem trabalhadas na Educação Infantil - cores vivas, formas simples, temas brasileiros. Pronto. Fiquei de pesquisar, pensar em alguma coisa, em conteúdos para trabalhar a obra da Tarsila do Amaral com a Educação Infantil. Eis o que saiu:
►Autoretrato
Com
o autoretrato de Tarsila do Amaral é possível trabalhar a identidade da
criança.
Pode-se iniciar fazendo uma apresentação da artista, contando sua história e depois de apresentar o seu autoretrato, mostrar imagens da Tarsila - explicando que ela fez a sua própria pintura, que aquela imagem reflete como ela se via. A partir de então pode-se usar diversas técnicas para trabalhar conteúdos como:
Pode-se iniciar fazendo uma apresentação da artista, contando sua história e depois de apresentar o seu autoretrato, mostrar imagens da Tarsila - explicando que ela fez a sua própria pintura, que aquela imagem reflete como ela se via. A partir de então pode-se usar diversas técnicas para trabalhar conteúdos como:
☻Eu (quem
sou? Como sou? Como me vêem?);
☻Características
físicas da criança;
☻Diferenças
(mostrando que cada um tem suas características e maneira de ser);
☻Auto-estima.
►A família
A família pode
dar uma espécie de continuidade ao trabalho feito com o Autoretrato.
Se antes falamos da identidade, agora podemos ajudar a criança a conhecer a própria história e a história da família, sentindo-se participante dela. Podemos falar sobre:
Se antes falamos da identidade, agora podemos ajudar a criança a conhecer a própria história e a história da família, sentindo-se participante dela. Podemos falar sobre:
☻A família (Quem faz parte da sua família? Como ela é? As
diferentes famílias);
☻Árvore
genealógica.
►A Lua e Sol Poente
|
Sol poente
Usando essas duas obras ao mesmo tempo para fazer um comparativo, podemos explorar as diferenças entre o dia e a noite:
☻Opostos (claro/escuro);
☻Características do céu durante o dia e
durante a noite (cores, sol, lua, estrelas, nuvens);
☻Rotina em determinado período do dia
(dormir/acordar, almoçar/jantar, desjejum/lanche);
►O vendedor de frutas
Esta imagem fala por si só. É um
prato cheio para trabalharmos as profissões,
meios de transportes e frutas:
☻Frutas (em partes da planta/em suas
diferenças - tamanho, sabor, cores, texturas, formas, tipos de sementes);
☻Profissões (O que faz um vendedor de frutas? Como ele trabalha? Onde
ele trabalha?/ A feira - Você conhece? Como é uma feira? O quê vende na
feira? Vamos brincar de feira?);
☻ Meios de transporte (O barco -
como e onde o barco trafega?).
► Manacá
Manacá é a minha preferida. Com ela fica muito
simples trabalhar as flores e os sentidos.
☻Flores (em partes da planta/em suas
diferenças - tamanho, cheiros, cores, texturas, formas, tipos de pétalas);
☻Sentidos (visão e olfato).
► Floresta
Floresta
Floresta é ótima para trabalhar questões envolvendo
o meio ambiente, além das partes da planta de uma maneira mais global por
assim dizer.
☻Tronco, folhas e frutos (em partes da planta) e as diferentes árvores
frutíferas ;
☻ Conceitos de matemática
(trabalhando tamanho, espessura, quantidades).
►Operários
Com Operários podemos trabalhar o
trabalho, partes do corpo - cabeça e a questão das diferenças físicas entre
as pessoas:
☻O trabalho (contextualizando a obra, falar sobre a importância do
trabalho - para que serve?/Os trabalhadores das indústrias)
☻Partes do corpo - cabeça (boca,
nariz, olhos, orelha)
☻Diferenças (cor da pele, formato do
rosto, formato e cor dos olhos, formato dos lábios, tipo e cor do cabelo)
► O Touro
O Touro
Com O Touro podemos
trabalhar de forma bem simples e objetiva os animais mamíferos e ou
úteis/domésticos e suas características:
☻Animais e suas características
(mamíferos, domésticos/úteis);
☻Quantidade e par/ímpar (patas,
chifre, rabo).
► Cuca
Cuca é ótima para trabalhar o folclore, a
literatura infantil, o medo e a fantasia:
☻Folclore (história da lenda da
Cuca);
☻Literatura Infantil (Livro
"Sítio do Pica-pau Amarelo, de Monteiro Lobato);
☻Medo (O medo da Cuca/Os medos que
crianças possam ter - do quê você tem
medo? Por que?);
☻Fantasia (trabalhar com fantoches,
encenações, música e vídeo - por exemplo, "A
Cuca te pega" na versão da Cássia Eller).
►Abaporu e O ovo
|
Com Abaporu e O ovo,
eu optaria por trabalhar a obra de forma subjetiva, deixaria a criança livre
para interpretar a imagem. Direcionaria apenas com questionamentos e
trabalharia os resultados disso. Os questionamentos, a partir da contemplação
da obra poderiam ser:
☻Abaporu: O que vocês estão vendo? O
que esta pessoa está fazendo? O que será que ela está pensando? O que será que
ela está sentindo? (Ou preferindo, pode-se
trabalhar de forma mais objetiva também por exemplo, trabalhando partes do
corpo - já que algumas destacam-se na imagem, e também tamanhos - pé e mãos
grandes e cabeça pequena...)
☻Urutu: O que vocês estão vendo? Qual
é o seu tamanho? O que será que tem dentro desse ovo? Será que ele está em um
ninho? De quem será este ovo? (Ou preferindo, pode-se trabalhar de forma mais objetiva também com o próprio
réptil urutu: Vocês sabem o que é urutu? Já viram um? Ele nasce
de um ovo...)
Enfim, essas foram as minhas sensações por assim dizer a partir de algumas obras
da Tarsila do Amaral, que me trouxeram muitas ideias para possibilidades de
trabalho com a Educação Infantil, há ainda outras belíssimas a serem
exploradas, aliás são tantas que fica difícil escolher, dá vontade de trabalhar
com todas elas de uma vez só!
O trabalho da Tarsila é muito vivo, colorido e simples, o que me remete diretamente à pensamentos "de infâncias". Eu penso que dá pra trabalhar muitas coisas além do que expus aqui, sem contar que de qualquer forma, trabalhos de releitura (usando pintura, desenho, recorte e colagem, reciclagem, entre outros) da pintura são sempre bem-vindos em trabalhos com a criançada...
O trabalho da Tarsila é muito vivo, colorido e simples, o que me remete diretamente à pensamentos "de infâncias". Eu penso que dá pra trabalhar muitas coisas além do que expus aqui, sem contar que de qualquer forma, trabalhos de releitura (usando pintura, desenho, recorte e colagem, reciclagem, entre outros) da pintura são sempre bem-vindos em trabalhos com a criançada...
Tarsila do Amaral, o
Sol Laranja Que Ilumina a Arte Brasileira (2004)
G.R.E.S.V.
União do Samba Brasileiro
Oh,
sagrado coração, onde tudo principia
Dê um toque de emoção
Abra os caminhos pra Tarsila
"Impressiona", o visual
O traço é luz, é cor
"Modernidade" em um gesto de amor
Dê um toque de emoção
Abra os caminhos pra Tarsila
"Impressiona", o visual
O traço é luz, é cor
"Modernidade" em um gesto de amor
A
Negra vem sambar faceira
É pau-brasil, forma brasileira
A folia, brilho sensual
Em Madureira, é carnaval
E deu mais cor à maré cheia
O pescador, a fé, a crença
Abaporu devora a arte
Urutu, o novo nasce
É pau-brasil, forma brasileira
A folia, brilho sensual
Em Madureira, é carnaval
E deu mais cor à maré cheia
O pescador, a fé, a crença
Abaporu devora a arte
Urutu, o novo nasce
Nos
retratos do Brasil, miscigenação
Raiou o sol dourado, alaranjado amanhecer
O tempo, em pincéis de prata, traz o anoitecer
Vem, luar, clarear nossa cultura
Abençoar, aquarelar essa mistura
O povo, massa colossal
Vem te aplaudir na Bienal
Bravíssimo! lindíssimo!
Uma tela a se pintar
Colorindo cada emoção
É a estrela que vem nos iluminar
Raiou o sol dourado, alaranjado amanhecer
O tempo, em pincéis de prata, traz o anoitecer
Vem, luar, clarear nossa cultura
Abençoar, aquarelar essa mistura
O povo, massa colossal
Vem te aplaudir na Bienal
Bravíssimo! lindíssimo!
Uma tela a se pintar
Colorindo cada emoção
É a estrela que vem nos iluminar
É
azul, é amarelo, meu coração
Vou pintar esse universo com a União
Vou deixar saudade, levantar poeira
Iluminando a arte brasileira
Vou pintar esse universo com a União
Vou deixar saudade, levantar poeira
Iluminando a arte brasileira
( simular uma escola de samba, onde as fantasias
dos alunos são as obras de Tarsila em cada ALA e montar um carro alegórico (
piscina) com uma aluna fantasiada de Tarsila do Amaral...
Assinar:
Postagens (Atom)





















